Estas provas têm como fim seleccionar os 25 patinadores que poderão participar nos respectivos campeonatos nacionais. Não se deveriam esgotar aí os objectivos destes eventos : todas as apresentações públicas da patinagem artística devem ser pretexto para a sua promoção. Por isso, o nível competitivo dos atletas deve ter um patamar mínimo (a nota mais baixa foi 1.9 !!!). Seria de toda a conveniência que a participação nos intercalares apenas fosse aberta a quem já tivesse provado no respectivo campeonato distrital que era capaz de cumprir os elementos obrigatórios do programa curto. Não faz sentido que um atleta se candidate à participação no campeonato nacional se não demonstrou suficiente competência no distrital. A sua participação servirá apenas para inflacionar o número de participantes no campeonato intercalar e não cumprirá o objectivo de promoção da modalidade.
Mas, também os juízes têm obrigação de acrescentar valor à patinagem artística. Não foi o que aconteceu no dia 10 de Maio. De facto, ao demorarem sistematicamente mais tempo a atribuir as classificações do que o próprio atleta demora a concluir a sua prova (uma das vezes demoraram cerca de 10 (dez) minutos a dar as notas!...) os juízes foram os principais responsáveis pela quebra de ritmo e passaram para os atletas, treinadores e espectadores uma imagem de insegurança e de incompetêcia que não reforça a sua credibilidade como se exige. O respeito que é devido ao juízes também tem de advir das suas decisões e do respeito que demonstram pelos patinadores. Não é compatível com esta ideia o facto de os intervalos serem determinados sem pré-aviso, com os atletas já de patins calçados e aguardando a sua entrada para o aquecimento...
Contamos com a atenção dos responsáveis da FPP para estes problemas de forma a melhorarmos as próximas edições de todos os campeonatos.
1 comentário:
PATRICIA FICASTE BEM NA FOTOGRAFIA. 3º LUGAR? TOCA A TRABALHAR O 1º ESTA JA ALI. QUANTO A FPP TENHA PACIENCIA, NÃO É HOQUEI EM PATINS.
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